Educação e inovação no Vale do Silício: entenda essa combinação

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Quando o assunto é tecnologia, as empresas responsáveis pela inovação no Vale do Silício são assunto frequente — o que elas têm de especial e que lugar é esse? Você já ouviu falar a respeito do que é desenvolvido por lá?

Resumidamente, o Vale do Sílicio é um pólo industrial, conhecido pela produção de eletrônicos, componentes de informática e novidades no campo da tecnologia. Não à toa, as corporações desse local — por privilegiarem atitudes ousadas e inovadoras, em vez dos métodos tradicionais — são um verdadeiro exemplo para quem deseja ter uma carreira pautada por ideias próprias e criativas.

Se você deseja saber mais sobre o assunto, entender melhor o peso que as empresas que lá atuam têm no mundo e as influências da educação em tudo isso, continue lendo o texto!

O que é o Vale do Silício?

Situado no estado norte-americano da Califórnia, ele é um local com uma grande concentração de empreendimentos focados na tecnologia da informação e da computação em geral.

O Silicon Valley, como é chamado em sua terra natal, começou a se destacar em meados de 1950. Na época, com o fim da Segunda Guerra Mundial e a emergência da Guerra Fria, os Estados Unidos aumentaram o incentivo à pesquisa científica, o que resultou em uma série de descobertas e na atração de empresas para a região. A partir disso, elas desenvolveram uma consistente tradição de inovação pautada em pesquisa.

Seu curioso apelido deve-se à geografia local: é possível notar o formato de vale do terreno e a presença maciça do silício, elemento químico que funciona como matéria-prima de circuitos e chips — ou seja, a base de praticamente tudo aquilo que é eletrônico. 

Quais são as principais empresas do Vale do Silício?

Toda essa história é muito interessante, mas quais empresas são essas? Você provavelmente já olhou o logotipo de alguma delas hoje — na tela do seu celular ou no seu quarto. Veja, logo abaixo, alguns exemplos bastante conhecidos, que começaram — vários ainda estão — por lá:

A medida do sucesso de cada um desses negócios se dá pela impossibilidade de imaginar o cotidiano sem os produtos e soluções que eles oferecem. É preciso considerar, antes de tudo, que o mundo nem sempre foi digital e, para que grandes mudanças ocorressem, muitas pessoas precisaram pensar de um jeito diferente, que fosse criativo e não caísse no senso comum. 

Será que você chegaria neste texto sem ser pela busca do Google? Como você saberia das novidades mais recentes e as compartilharia de forma instantânea com os seus amigos sem o Facebook?

Quais são as grandes inovações do Vale do Silício?

As corporações acima citadas não causaram grandes impactos na sociedade apenas pela novidade do que produziam quando começaram, mas também pela maneira como organizaram suas formas de empreender. 

Você provavelmente já ouviu falar do termo startup, certo? Embora seja recente no Brasil, no Silicon Valley ele é uma realidade há muito tempo. As startups podem ser definidas como empresas pequenas, cheias de ideias novas e com grande estimativa de lucro, mas que não têm, em contrapartida, nenhuma certeza ou garantia de rentabilidade no início de suas atividades.

Não é curioso pensar que uma grande parte das instituições que hoje são enormes e dominam o cenário da tecnologia eram assim — inovadoras, mas sem nenhum apego à tradição ou às garantias — décadas atrás? Como será que elas cresceram tanto em um tempo relativamente curto? Existe um segredo por trás disso? 

Qual é a relação entre educação e inovação no Vale do Silício? 

A fórmula para ser brilhante pode ser mais simples do que parece. Seria inocente supor que todos os empreendedores que apostaram na própria criatividade tinham apenas o talento como ferramenta. Eles estudaram — e muito — para chegar a esse ponto, lapidaram as mais diversas habilidades e, aí sim, foram capazes de pensar fora da caixa. 

Um artigo publicado por Barry Jaruzelski, na Scientific American Brasil, comenta, por exemplo, alguns motivos que ajudam a entender porque as companhias do Vale cresceram e continuam crescendo. Um deles é uma estratégia que visa encontrar as necessidades do usuários para desenvolver ideias de acordo com essas demandas. E o que isso significa, na prática? 

Uma marca quer desenvolver um novo produto. Antes de voltar seus esforços para tal, ela se dedica muito ao estudo de mercado e identifica o que o seu consumidor realmente quer. Dessa forma, fica bem mais fácil entender essa necessidade, assumir o risco e criar algo novo, que seja aceito. 

Outro exemplificação nítida da “receita” para o sucesso está em uma matéria do The New York Times, divulgada pelo Estadão: em julho de 2017, em uma reunião que aconteceu na Casa Branca envolvendo figurões importantes do segmento tecnológico, Timothy D. Cook, vice-presidente da Apple, disse que “programação deveria ser matéria obrigatória em todas as escolas públicas”. 

Por trás dessa fala há uma única mensagem: não há inovação — ou crescimento — sem educação.

Como ter uma carreira inovadora?

A empresa Hiring Solved fez uma pesquisa mostrando quais eram as universidades presentes no currículo das pessoas empregadas no Vale do Silício. O top 10 da lista só mostra instituições reconhecidas nos Estados Unidos pela excelência na formação de seus alunos. Mais do que isso, elas oferecem cursos pensados com esse objetivo, oferecendo todas as habilidades práticas e teóricas desejáveis para esse tipo de carreira. 

Dessa forma, a educação que esses profissionais tiveram também foi inovadora. Eles adquiriram a mentalidade orientada para o alto risco e a criatividade porque aprenderam conceitos e aprimoraram suas habilidades em uma estrutura acadêmica montada para esse fim. 

Sendo assim, se você pretende trabalhar com o que gosta, por mais impossível ou diferente que isso possa parecer, é preciso buscar por uma faculdade que propicie as condições necessárias para que o seu talento se desenvolva adequadamente. 

As grandes invenções não vieram do nada. Para atingi-las, muito conhecimento foi adquirido. O mais importante: essa aquisição ocorreu nos lugares certos. A inovação no Vale do Silício só foi possível graças a instituições de ensino preocupadas em sair do lugar-comum do ensino e da aprendizagem. 

Se você, ao ler este texto, sentiu inspiração e vontade de aprender, entre em contato conosco. Nós podemos ajudá-lo a conquistar os seus sonhos!

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